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Sobre


É possível realizar sonhos

Meu nome é Saulo Caraveo, nasci em 1º de janeiro de 1976 em Belém do Pará e quando visito minhas memórias da infância percebo o quanto a Música esteve presente em minha vida.

Meu pai foi meu primeiro grande incentivador musical. Lembro-me de uma época em que ele trazia um disco por dia e me dava pra ouvir. Eu passava tardes e tardes ouvindo música: The Beatles, Rolling Stones, Dire Straits, Jimmy Hendrix, Eric Clapton, AC/DC, Chopin, Bach, Beethoven, Gips Kings, MPB. Bem, esta foi minha primeira escolar de música.

Meu irmão mais velho ganhou um violão, um Di Giorgio, que eu pegava escondido para tentar tocar alguma coisa. Eu deveria ter uns doze anos.

Quando passei no vestibular, em 1995, aos dezoito anos, ganhei vários instrumentos musicais: bateria, contrabaixo, microfones, caixas amplificadas, teclado e meu quarto virou um verdadeiro estúdio. Lembro-me de ter tocado todos, tirava os solos de teclado, linhas de baixo e bateria das músicas, mas a guitarra foi realmente algo indescritível.

Acreditem, estudei Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Pará. Sim, eu sempre gostei de tecnologia e já havia estudado Eletrônica na Escola Técnica Estadual do Pará. Estudei engenharia por quatro anos e em 1999, exatamente quando estava pesquisando para desenvolver o tema do trabalho de conclusão de curso que eu recebi o grande chamado.

Eu tocava muito pouco e ainda estudava engenharia, quando em 1997 veio o convite de alguém que eu já admirava muito como músico, meu amigo Ricardo Smith, para ingressar na banda de heavy metal Soledad. Eu havia conhecido Ricardo no Conservatório Carlos Gomes, ele estudava violão clássico e já fazia o curso de música na universidade Federal do Pará.

A banda havia sido convidada para tocar em um festival que aconteceria em um distrito próximo à Belém e uma semana antes houve uma reunião para definir os horários das bandas, fui nessa reunião, pois eu era amigo de todos os integrantes e fã da banda. Quando a reunião acabou, Ricardo vira pra mim, me entrega uma fita cassete e uma fita VHS e diz: tira as músicas que tu és o novo guitarrista da banda! Tirei todas as músicas em uma semana e fiz meu primeiro show com a Banda Soledad.

Em 1998, viajei pela primeira vez para fora de Belém. Participei de um festival de música antiga em juiz de Fora, Minas Gerais. Neste festival fiz vários cursos, estruturação musical, música de câmara barroca, música medieval e violão clássico. Foram meus primeiros cursos e certificados em música.

Nesta viagem e no festival aconteceu muita coisa interessante. Tínhamos ido de ônibus, eu e Ricardo Smith. O festival era dividido em minicursos pela parte da manhã, tarde, e a noite acontecia apresentações artísticas. No curso de estruturação tivemos aula com um maestro, se não me engano da Bahia. No primeiro dia de curso a sala estava lotada, e durante a semana a sala foi esvaziando gradativamente. No último dia de curso estávamos apenas eu e Ricardo, quando de repente o maestro se vira e indaga: Oxi, só estão vocês dois?! Respondemos e pelo nosso sotaque ele perguntou de onde éramos. Respondemos e ele questionou em tom de ironia: vocês são loucos de vir de tão longe para me ouvir falar de música! Lembro-me da resposta de Ricardo: foi exatamente pra isso que nós viemos. A resposta surpreendeu o maestro.

A aula chegou ao final e quando estávamos saindo, o maestro pergunta: vocês não querem ir para o festival de música do Rio de janeiro? Nós respondemos que iriamos voltar no dia seguinte a Belém e que nosso dinheiro havia acabado.

O maestro ofereceu transporte e estadia e disse que era uma forma de agradecer o fato de termos acreditado em seu trabalho e por termos sido os únicos a participar de todo o seu curso. Fomos em um ônibus fretado para um coral de Vitória, Natal e ficamos em um alojamento. Fizemos outro curso de violão clássico neste festival com um professor chamado Alan Pierre.

Quando estávamos no Rio de Janeiro, em uma das ligações que fiz para Belém para avisar que eu ainda estava vivo, recebi a notícia de que a Soledad havia sido convidada para abrir o show da banda de heavy metal alemã Blind Guardian.

Voltando a Belém, foi difícil manter o foco em engenharia, porém, conversando com um professor, doutor em engenharia, descobri que ele tocava violão e nesta época eu já havia ingressado no Conservatório Carlos Gomes para estudar violão clássico. E em algum momento da conversa, falamos sobre como seria interessante desenvolver um software que reproduzisse instrumentos musicais acústicos, na época os softwares não eram tão bons quanto os de hoje. Acho que foi minha primeira pesquisa em música e mesmo cursando engenharia elétrica pensei: eu quero estudar música.

Vocês acham que foi fácil? Apesar de todo o incentivo da minha família em relação à música, foi unânime que eu não deveria ser músico. Hoje eu entendo melhor a razão dos meus pais. Mas a música já estava presente em mim.

No fim do ano de 2000, lembro-me de ter ouvido na rádio que naquele dia encerrariam as inscrições para o vestibular da Universidade do Estado do Pará, liguei para meu irmão e nos encontramos. Falei que queria prestar vestibular para música e ele pagou minha inscrição. Lembro também de ter dito: vou te pagar com meu nome escrito no listão de aprovados.

Eu tinha tanta certeza que iria passar que no dia em que o listão saiu na rádio liguei para meu pai e falei pra ele ouvir o resultado do curso de música. Foi aí que ele soube que eu tinha feito as provas. Passei.

Cursei música na Universidade do Estado do Pará, no ano de 2001, ano em que abri minha primeira escola de música junto com outros sócios, o G.A.T. (guitarra, arte e tecnologia). Em 2002 fui para São Paulo e ingressei na EM&T – Escola de Música e Tecnologia, onde estudei guitarra fusion com o professor Mozart Mello. Em 2004 me graduei com honras e fiz um show com a Soledad no auditório da escola.

De 2004 a 2007, já em Belém, fiz vários trabalhos musicais em Belém, ano em que abri a minha própria escola, a Escola G2 Muhsica.

Estreei meu trabalho instrumental em um programa de rádio chamado Balanço do Rock, que era apresentado pelo querido Beto Fares, em 2005.

Depois fiz mais dois programas para a TV e rádio, o programa Timbres apresentado pelo Osvaldo Bellarmino, em 2010.

Em 2011 fiz a abertura do workshop do guitarrista Kiko Loureiro, entre outros shows com a Soledad.

Em 2016 lancei meu primeiro livro, “Roteiro de Estudo: guitarra elétrica em alto rendimento”. O lançamento aconteceu na XX Feira Panamazônica do Livro em Belém do Pará. Neste ano apresentei três artigos: A Guitarrada e Mestre Vieira: dois casos de conversão semiótica no II Encontro Norte de Etnomusicologia e II Colóquio Amazônico de Etnomusicologia em Belém do Pará, Um Breve história da Guitarra Elétrica: a conquista acadêmica no Brasil, no IX Encontro Norte da Associação Brasileira de Música (ABEM) em Boa Vista, Roraima, Guitarristas: uma demanda comprovada no curso de licenciatura em música, no V Simpósio Internacional de Musica na Amazônia.

Ainda em 2016, ministrei um workshop em Manaus, na Universidade do Estado do Amazonas. Foi meu primeiro workshop fora de Belém.

Organizei o projeto Guitarra Solidária – I Encontro de Guitarristas do Pará, evento beneficente que arrecadou alimentos para a Creche Lar Cordeirinho de Deus em Belém do Pará.

Hoje sou formado em Música pela UEPA, onde defendi o trabalho “Guitarra Elétrica: por uma proposta de disciplina no curso de licenciatura em música”, no qual atingi a nota máxima com louvor. Sou empreendedor e fundador da Escola G2 Muhsica, endorser das guitarras Hurricane, Violões Morris e Loja Pro&Music, sou pesquisador, autor, compositor e principalmente, professor de música.

Em 2017, completo vinte (20) anos de carreira, minha escola de música está comemorando dez (10) anos de fundação e já organizei mais de vinte apresentações dos nossos alunos.

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